Farol do Bugio
Para reforçar a defesa do litoral dos ataques de pirataria
A sequência dos ataques da pirataria francesa e turca veio demonstrar a necessidade de reforçar a defesa do litoral, como a decisão de “fortificar” S. Julião da Barra, em meados do século XVI. Em 1643, por ordem de D. João IV, foi definitivamente ordenada a construção do Forte do Bugio, concluída em 1657.
A torre do farol, com uma lanterna circular, destacava-se pela inovação ao combinar funções de vigia diurna e iluminação noturna. Apesar dos danos causados pelo terramoto de 1755, o farol foi reconstruído e modernizado ao longo dos séculos, mantendo-se em operação até à sua automatização em 1982.
Hoje, é um símbolo da ligação de Lisboa ao mar e um ponto de interesse para os amantes de história e arquitetura. A sua localização no meio do Tejo confere-lhe um caráter único, sendo um elemento icónico da paisagem fluvial da cidade.
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